Cabeça enorme, corpo roliço, pernas curtas, mãos e pés minúsculos, rosto avermelhado com papadas, fealdade que se reputa das maiores ocorridas em pessoas de casa real de qualquer país da Europa.
Feio, baixo e barrigudo, mas acima de tudo despreparado para o cargo, D. João VI era filho de D. Pedro III e D. Maria I. Assumiu o trono como Príncipe- Regente, quando em 1792 sua mãe foi declarada louca .
D. João não fora educado para ser o rei. Essa tarefa estava destinada a seu irmão mais velho D. José, o herdeiro primogénito que morreu precocemente, em 1788, de varíola.
Casou-se aos dezoito anos com a princesa espanhola Carlota Joaquina, que na época tinha dez anos, uma união com claras intenções políticas. São públicas as desarmonias, desavenças e diferenças irreconciliáveis do casal, sempre moraram em palácios diferentes. Apesar disso tiveram nove filhos, que segundo diziam pelas Cortes, eram de pais diferentes.
Mesmo com todos esses defeitos, D. João VI e a família real portuguesa conseguiram fugir da turbulenta Europa escapando até de Napoleão Bonaparte e migrar para o Brasil, estabelecendo-se aqui e explorando nossa terra por várias gerações, mesmo depois da independência .
BIBLIOGRAFIA
Enciclopédia de História Globo Multimídia
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09/08/2008
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